Principais tendências de tecnologia para governos


Principais tendências de tecnologia para governos1

As tecnologias não param de evoluir e de forma bastante acelerada. Por isso, surgem novas possibilidades todos os anos e, claro, tendências que podem auxiliar os gestores na evolução dos seus processos. Essas previsões são ótimos indicativos do que está por vir e podem ser interpretados como guias, sendo adaptados conforme cada setor de atuação. Vamos conhecer algumas tendências de tecnologia para governos? Continue acompanhando nosso conteúdo e saiba mais sobre a temática!

Identidade digital e compartilhamento de dados

Além das empresas, o setor público também passou por aceleração e digitalização com a chegada da pandemia. Assim, novos desafios surgiram, sobretudo os relacionados a modelos e sistemas mais flexíveis. Conforme o relatório de tendências da Gartner, as áreas de segurança, contenção de custos e experiência do cidadão são os destaques do momento. A partir disso, trouxemos cinco das dez direções apontadas pelo relatório.

A primeira é sobre identidade digital do cidadão, ou seja, a possibilidade de comprovar a sua identidade através de qualquer canal digital disponibilizado pelo governo. Dessa forma, é um dos principais tópicos nas agendas políticas e permite a inclusão e acesso aos serviços governamentais. Inclusive, o estudo revela que nos próximos anos poderemos presenciar a criação de um padrão de identidade global.

O próximo tópico está relacionado com o compartilhamento de dados como um programa, o que promove um modelo escalonável e com recursos reutilizáveis. Nos governos, o compartilhamento de dados costuma ser ad hoc (uma ligação temporária entre vários computadores e dispositivos). Assim, a previsão é o estabelecimento de estruturas mais formais e responsáveis quanto aos dados com padrões de estrutura e qualidade.

Mais tendências de tecnologia para governos: hiperconexão e analytics

Outra tendência descrita foi a dos serviços públicos hiperconectados: usar o máximo de tecnologias, sistemas, ferramentas e plataformas para automatizar os processos. Dessa forma, é possível utilizar as práticas e princípios de hiper automação para promover negócios ponta-a-ponta hiperconectados, bem como serviços públicos que requerem o mínimo de intervenção humana.

Além disso, podemos citar a ideia de analytics operacionalizada que significa a adoção de estratégias e sistemas com tecnologias baseadas em dados, como a inteligência artificial, machine learning e analytics avançadas. É possível utilizar esses recursos em cada estágio das atividades governamentais a fim de melhorar a eficácia das tomadas de decisões. Logo, os gestores podem fazer escolhas baseados em dados e contextos em tempo real. Quer descobrir o último assunto sobre tendências de tecnologia para governos? É só continuar a leitura!

 

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Adaptação às mudanças constantes

Por fim, destacamos o conceito de empresa governamental composta, ou seja, aquela que adota princípios de design combináveis. O resultado é a ampliação da reutilização de recursos e adaptação contínua às mudanças legislativas e regulatórias. Como a sociedade digital emergente requer flexibilidade e muda rapidamente, os governos necessitam de novas alternativas para superar as abordagens existentes e isoladas de gerenciamento de serviços, sistemas e dados.

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